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Heartland

Creating a Life we'll Love

Heartland

Creating a Life we'll Love

Ordinarily

 

Há algum tempo atrás, comecei a mudar a minha vida. Gradualmente. E isso passou por livrar-me de muitas coisas que não me serviam. Não me refiro apenas a roupas a sapatos. Refiro-me sobretudo a situações, relações e pessoas. Obrigações, "teres-que" e outras chatices. Passei de ter uma vida "normal", ordinária, a ter uma vida "diferente" incomum. 

Sou mais feliz. Faço mais coisas de que gosto do que coisas de que não gosto. Tenho mais tempo e menos preocupações. Não tenho uma vida perfeita, creio mesmo que faz parte da condição humana nunca atingir a perfeição, mas pertendo passar o resto da minha vida a andar mais e mais perto.

Não tenho a pretensão de achar que a minha receita para esta felicidade plácida seja universal. E, se receita for, nasceu de grandes tormentos. Talvez nem passe de um período de bonança entre tempestades. Mas neste momento da minha vida, sou feliz com aquilo que tenho. E se o que tenho, é tudo menos ordinário...então é certamente excecional!

 

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“Ordinary life does not interest me. I seek only the high moments. I am in accord with the surrealists, searching for the marvelous. I want to be a writer who reminds others that these moments exist; I want to prove that there is infinite space, infinite meaning, infinite dimension. But I am not always in what I call a state of grace. I have days of illuminations and fevers. I have days when the music in my head stops. Then I mend socks, prune trees, can fruits, polish furniture. But while I am doing this I feel I am not living.” Anaïs Nin



A vida não pára

cliché, frase-feita, letra de música....leit-motiv dos gurus da auto-ajuda ou dos movimentos zen. não, a vida não pára. mas por vezes repete-se. ou repetem-se as oportunidades de fazer melhor, perante situações semelhantes. fazer melhor hoje, porque não sabemos se cá estaremos amanhã para fazer seja de que maneira for. viver melhor, hoje. viver. viver plenamente este momento, esta descoberta, aceitar plenamente esta situação, apesar dos pesares, apesar de, quase de certeza, não ser perfeita. não existem pessoas perfeitas. vidas perfeitas, situações perfeitas. 

existem pessoas que nos sabem bem, nos fazem bem, nos querem bem. e nos momentos únicos em que estas pessoas estão nas nossas vidas, é preciso lembrar que a vida não pára, que agora, aqui, neste momento tão precioso e delicado, somos felizes. e ignorar o mundo e todas as condicionantes, aqui, agora, viver. sorrir. ser. 

 

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Love the life you have...

é basicamente disto que trata o Heartland, certo? 

Valorizar e/ou transformar a vida que temos em algo apaixonante. Algo que se viva com paixão (e compaixão), uma vida ditada pelo coração mais, muito muito mais que pela cabeça, uma vida em que o sexto sentido, a intuição e a amabilidade estão na base de todos os gestos...então creio que esta frase é perfeita para este sábado: 

 

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Concurso de Fotografia - Duca

Alguma vez pensaram em participar num concurso de Fotografia? Até há pouco tempo não teria pensado nisso. Mas nesta região magnífica, rodeada de água e cores, de cheiros e paisagens singulares, um concurso de fotografia parece fazer muito sentido....vamos lá?

 

Qualquer um dos prémios vale muito o trabalho/deslocação/empenho. Bora!

 

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Para mais informações: DUCA

 

!!!Abrace!!!!

Era suposto, aos sábados, publicar uma frase ou uma imagem. Tenho andando muito ocupada, o blog tem, necessariamente, ficado para trás. A vida precisa por vezes de se recolher e realinhar...e depois encontram-se pérolas destas para partilhar! 

 

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Hoje, amanhã, sempre!  

From the heart

É por vezes muito fácil esquecer boas intenções. Fácil, primário, habitual.

Perante uma situação que (aparentemente) se repete, tendemos a fazer o que sempre fizemos, geralmente com pessimos resultados. 

 

Não sou diferente de ninguém. Sonho, iludo-me, desiludo-me, choro e cometo erros. Felizmente aprendo, também.

 

E aprendi, recentemente, que o Amor não é sempre uma paixão fulgurante que nos deixa a voar baixinho, que o Amor não é egoista e não é mesquinho, não é baixo nem rancoroso. E não é moeda de troca. O Amor, aquele Amor de que falava a Maria Elisa na Grande entrevista há algum tempo atrás, e cuja inexsitência defendi, não é uma rosa isenta de espinhos. Mas pode ser uma rosa que lentamente desabrocha e perfuma a nossa vida com uma fragrância única e inesquecível. Que se vai fechar e nos vai ferir se a apertarmos demasiado. E que sempre saberá reabrir-se perante um sorriso terno e sincero. 

 

E com isto, retomo a escrita no Heartland. Num tom diferente do habitual. Mas... o que seria da vida sem mudanças?