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Heartland

Creating a Life we'll Love

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Creating a Life we'll Love

o tempo

o tempo é sempre pouco quando se acumulam tarefas rotineiras com outras que embora desejadas, fogem ao calculo que se quer (que eu quero) preciso do tempo que vão demorar. Não é possível passar 3 horas por dia ao telefone com a EDP e fazer tudo o que se planeou fazer ou, pelo menos eu, não consigo. É a marca de gás instalada na casa nova que não faz entregas, a edp que não consegue identificar o local para religar a luz...os vizinhos que continuam a estacionar à frente da minha porta. Nem para cima nem para baixo: mesmo em frente à porta e mesmo juntinho à parede, para nem eu conseguir passar nem as compras chegarem a tempo a casa, ficando a veranear ali pela esquina. Só falta mesmo tentar o papel branco e as letras garrafais para que talvez percebam que a casa está ocupada. De nada serve o coração pendurado na porta, as plantas nas janelas e de menos ainda as vassouradas vigorosas que limparam toda a frente da casa! Paciência. Um dia destes estaciono lá o meu carro e não o tiro tão cedo! 

O tempo, aquele metereológico, felizmente ajuda. A casa nova é confortável, quente, acolhedora apesar do mar de sacos e caixas que se espalham pelas divisões. Entra sol e calor pelas janelas, as gatas aquecem-se no logradouro. Vejo o rio e a outra margem da janela do meu quarto, as leves cortinas brancas balançam promessas de dias felizes. Faltam chegar o frigorífico, a máquina de lavar, o roupeiro (lindo, vintage) do meu quarto e a minha cama. A mesa da casa-de-jantar e os candeeiros.Alguns, que esta casa quere-se feita com tempo: o móvel certo no lugar certo, a cor perfeita, o tamanho ideal. Não à pressa porque é preciso ter mas na hora certa porque para ter é preciso amar. 

 

e às vezes lá se rouba o tempo de arrumar umas letras e de passar por cá para as deixar. pode ser ao capricho do tempo, mas é um até já. 

 

R.