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Heartland

Creating a Life we'll Love

Heartland

Creating a Life we'll Love

Ordinarily

 

Há algum tempo atrás, comecei a mudar a minha vida. Gradualmente. E isso passou por livrar-me de muitas coisas que não me serviam. Não me refiro apenas a roupas a sapatos. Refiro-me sobretudo a situações, relações e pessoas. Obrigações, "teres-que" e outras chatices. Passei de ter uma vida "normal", ordinária, a ter uma vida "diferente" incomum. 

Sou mais feliz. Faço mais coisas de que gosto do que coisas de que não gosto. Tenho mais tempo e menos preocupações. Não tenho uma vida perfeita, creio mesmo que faz parte da condição humana nunca atingir a perfeição, mas pertendo passar o resto da minha vida a andar mais e mais perto.

Não tenho a pretensão de achar que a minha receita para esta felicidade plácida seja universal. E, se receita for, nasceu de grandes tormentos. Talvez nem passe de um período de bonança entre tempestades. Mas neste momento da minha vida, sou feliz com aquilo que tenho. E se o que tenho, é tudo menos ordinário...então é certamente excecional!

 

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“Ordinary life does not interest me. I seek only the high moments. I am in accord with the surrealists, searching for the marvelous. I want to be a writer who reminds others that these moments exist; I want to prove that there is infinite space, infinite meaning, infinite dimension. But I am not always in what I call a state of grace. I have days of illuminations and fevers. I have days when the music in my head stops. Then I mend socks, prune trees, can fruits, polish furniture. But while I am doing this I feel I am not living.” Anaïs Nin